Entrevista para o ExtraTV (Ago/2026)
Prince Jackson concedeu uma entrevista ao programa ExtraTV durante o “King of Popcorn”, evento beneficente promovido pela Heal Los Angeles na histórica propriedade Hayvenhurst, residência da família Jackson em Encino. Durante a conversa, ele falou sobre a experiência de abrir as portas da propriedade para que fãs pudessem assistir a uma exibição de "Michael" e comentou como foi trabalhar ao lado do primo Jaafar Jackson, responsável por interpretar seu pai, Michael Jackson, no filme. Prince também falou sobre a possibilidade de uma sequência de Michael e comentou as notícias de que sua tia, Janet Jackson, estaria considerando produzir sua própria cinebiografia.
Eu tive muita sorte. Fui abençoado por circunstâncias que estavam completamente fora do meu controle. Meu pai tinha consciência disso e fez questão de ensinar isso a todos nós. Ele dizia que éramos abençoados. Era como: “Seu pai tem esse talento que o mundo inteiro ama, mas, sem todo o amor que essas pessoas dão a ele, nada disso seria a mesma coisa”. Então, o que você faz quando recebe um presente ou uma bênção dessas? Para ele, e pelo que ele nos ensinou, a resposta era que você precisa retribuir. É importante devolver alguma coisa ao mundo. Mesmo quando éramos crianças, nós o acompanhávamos em visitas a orfanatos e hospitais. E ver a forma como ele tratava aquelas pessoas foi algo inspirador e fundamental para formar quem eu sou hoje. Acho que qualquer pessoa que trabalhe por uma causa beneficente ou simplesmente participe ativamente da própria comunidade percebe o quanto isso é gratificante. E acho que poderíamos ter muito mais disso no mundo. Se todos trabalhássemos juntos e ajudássemos um pouco mais uns aos outros, tudo seria mais fácil. O amor é muito importante. É algo fundamental na maneira como fui criado. E, infelizmente, nem todo mundo tem a oportunidade de receber esse tipo de amor. Então, espero poder ajudar a preencher um pouco essa lacuna.
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📄 Transcrição — deslize para ler ↓
Entrevistadora: Então, vamos começar falando deste evento. Conta pra gente: por que ele é tão especial?
Prince: Bom, estamos aqui na histórica propriedade da minha família, em Encino, Califórnia, na linda Hayvenhurst. Meu pai amava cinema. Ele amava todo tipo de arte, mas tinha uma paixão especial por filmes. Desde o cinema mudo da época de Charlie Chaplin, passando pelo humor dos Três Patetas, até E o Vento Levou. E, enquanto crescíamos, ele transmitiu esse amor para nós. A gente estudava cinema com ele e sempre teve essa paixão por filmes. Também fazíamos nossos próprios filmes caseiros. Quando morávamos aqui com os meus primos, vivíamos fazendo isso. E agora, depois de eu e meu primo termos tido a oportunidade de trabalhar juntos em Michael, levando essa história para o mundo e participando juntos de uma grande produção cinematográfica, foi incrível. Nós sempre procuramos maneiras diferentes de incluir os fãs do meu pai e da minha família no trabalho que fazemos, porque eu realmente acredito que é preciso o esforço de muita gente para tornar o mundo um lugar melhor. Então, tentamos fazer com que todos participem. A ideia deste evento foi do John Muto, presidente da fundação. Ele sugeriu abrir a propriedade durante o dia para que as pessoas pudessem conhecer um pouco da magia que existe aqui e também assistir a um filme. E, neste ano, estamos exibindo Michael, que foi filmado aqui na propriedade e retrata momentos que realmente aconteceram aqui. Então, estou muito feliz por contar com tantas parcerias e tanto apoio este ano, desde a Lionsgate até a própria comunidade. É muito emocionante. Está um calor absurdo, mas todo mundo está muito animado.
Entrevistadora: Realmente está quente, mas isso aqui é muito legal. E os ingressos estão esgotados.
Prince: Sim.
Entrevistadora: E as pessoas têm a oportunidade de assistir ao filme justamente no lugar onde ele foi filmado e que serviu de inspiração para tudo isso. Foi aqui que seu pai encontrou tanta inspiração. Para quem não conhece muito bem essa história, conta um pouco sobre o que estava acontecendo na vida dele naquela época, de onde vieram algumas dessas inspirações e como tudo foi se desenvolvendo.
Prince: Nossa, essa pergunta rende bastante. Ainda bem que temos tempo! [risos] Acho que meu pai tinha uns 10 anos quando assinou com a Motown, mais ou menos nessa época. Eles cresceram em uma casa onde moravam 11 pessoas: minha avó, meu avô e os nove filhos. E a casa tinha cerca de 600 pés quadrados [aproximadamente 56 m²]. Este salão onde estamos agora provavelmente é maior do que a casa inteira. Quando eles saíram de Gary, Indiana, e vieram para cá para trabalhar com música na Motown, acho que passaram aproximadamente um ano morando com Berry Gordy antes de encontrarem este lugar. Meu avô comprou a propriedade. Na época, era uma casa térrea, no estilo rancho. Eles moraram aqui por uns 10, talvez 15 anos, até que meu pai, com todo o sucesso do álbum e da turnê Victory, de Thriller, Off the Wall e tudo mais, começou a ampliar a casa e fazer modificações, transformando o lugar cada vez mais naquilo que ele imaginava como seu espaço especial. Ele se inspirou muito na Disneyland. Por isso existe essa casa em estilo Tudor inglês. Quando você anda pela propriedade, encontra placas e vários pequenos detalhes que remetem àquela atmosfera mágica da Disney. E é muito legal perceber quantas gerações da nossa família cresceram aqui. Meu pai e os irmãos dele cresceram aqui. Depois vieram os filhos deles. Eu e meus irmãos também crescemos aqui. E, anos depois, nós ainda filmamos juntos, em família, uma grande produção cinematográfica neste mesmo lugar. Foram muitos momentos surreais, daqueles em que parece que tudo fechou um ciclo. Sou muito grato por ter podido fazer parte disso.
Entrevistadora: Sim. E, quando você entra aqui, realmente percebe todos esses pequenos detalhes que tornam o lugar tão mágico.
Prince: Sim.
Entrevistadora: Você comentou que morou aqui durante um período. Como era viver nesta propriedade?
Prince: Era incrível. Eu venho de uma família grande e adoro isso. Temos uma rede de apoio maravilhosa. Somos amigos uns dos outros. E existem primos de várias idades, porque todo mundo teve filhos em épocas diferentes. Então você tem aquele grupo de primos da sua idade, mas sempre tem também um primo mais velho ou mais novo com quem você acaba passando tempo. Quando morávamos aqui, minha avó estava aqui e acho que havia umas 14 crianças das quais ela cuidava. Para mim, aquela mulher é uma santa. Não faço ideia de como ela conseguia, mas todo mundo se dava bem. Os meninos ficavam acordados até tarde, jogando videogame, brincando de esconde-esconde, fazendo filmes caseiros ou se encontrando na cozinha de madrugada para fazer quesadillas. Era muito divertido. E agora que estamos crescendo e alguns desses primos já estão tendo seus próprios filhos, é importante para mim que essas crianças também tenham essa experiência com a propriedade e com os próprios primos. Por isso, tento organizar jantares em família e pequenos encontros aqui, para que eles possam correr pela propriedade e brincar de esconde-esconde com os primos, assim como nós fazíamos.
Entrevistadora: Eu ia justamente dizer que não tem como uma reunião da família Jackson aqui ser igual a uma reunião de família comum. Deve ser muito divertido.
Prince: Você ficaria surpreso. Acho que, no fim das contas, somos pessoas normais. E todos nós temos um amor e um respeito enormes pela minha avó. Então, quando ela diz que quer todo mundo reunido, todo mundo aparece. A vida é corrida, né? Cada um segue seu caminho, vai atrás das próprias coisas e às vezes a gente passa bastante tempo sem se ver. Mas, quando nos reunimos de novo, parece que não passou nem um dia. A gente continua fazendo piada com alguma coisa que aconteceu anos atrás, vê as crianças correndo de um lado para o outro... Às vezes colocamos aqueles brinquedos infláveis enormes e, quando está muito quente, fazemos guerra de balão d'água ou alguma coisa assim. Família é muito importante. E preservar essa união, seja dentro da minha própria família ou dentro da comunidade de Los Angeles, é realmente uma bênção.
Entrevistadora: Eu quero falar justamente sobre a importância que a família e a comunidade têm para você e sobre todo o trabalho que você faz, porque isso é muito importante. Só de conversar com você eu já estou muito inspirada. Mas vamos falar um pouco mais da sua família, porque tudo isso também tem a ver com família. Tem a ver com você e Jaafar. Vocês participaram juntos de um filme incrível. Não sei o quanto vocês eram próximos enquanto cresciam, mas como foi para você, como produtor executivo — ainda mais agora, depois de todo o sucesso do filme, que já arrecadou, o quê, um bilhão de dólares nas bilheterias?
Prince: Sim, e quebrou vários recordes.
Entrevistadora: Pois é. Como foi entrar no set e ver Jaafar interpretando o seu pai?
Prince: Foi uma experiência intimidadora. E eu não posso falar pelo Jaafar. Quero até conversar melhor com ele algum dia para entender como foi tudo isso do ponto de vista dele. Mas, para mim, existia uma responsabilidade enorme em contar a história de alguém que significa tanto para mim. É uma história que muita gente conhece. Muitas pessoas cresceram acompanhando meu pai. Mas as crianças que são mais novas do que eu não conhecem muito bem aquela época nem entendem necessariamente a importância dela. Durante o desenvolvimento do filme, tivemos muitas reuniões. Eu trabalhava com Graham King, o produtor, ajudando a colocá-lo em contato com pessoas que conheceram meu pai, fossem familiares, amigos próximos ou pessoas que conviveram com ele. E eu acabei aprendendo mais sobre meu pai nessas reuniões do que imaginava. Eu ficava ali, quieto, praticamente como uma mosquinha na parede, só ouvindo as histórias. Às vezes alguém contava alguma coisa engraçada e eu pensava: “Sério que ele fazia isso?”. Ou contavam alguma pegadinha que ele tinha aprontado. Foi muito legal ouvir essas histórias. Todo mundo tinha muito amor, respeito e admiração por ele e queria levar isso para o trabalho que estava fazendo. E esse filme foi realmente um trabalho de equipe. Tenho orgulho de fazer parte dela, mas todos contribuíram dando o melhor de si, desde o nosso diretor, Antoine, e Graham até os assistentes de produção. E acho que todo esse esforço aparece no resultado que foi entregue. Para o meu primo também foi algo enorme. Estamos falando de uma grande produção cinematográfica, com jornadas absurdas de trabalho. Desculpa, Jaafar, porque ele trabalhava ainda mais horas do que eu, então nem tenho direito de reclamar. [risos] Mas dá um pouco de medo. E sou muito grato por ter tido minha família ali comigo ao mesmo tempo. Às vezes tínhamos uma pequena pausa e perguntávamos um para o outro: “E aí, como está sendo para você? Está gostando?”. E eu respondia: “Sim, por aqui também está tudo bem”. Foi uma experiência muito divertida. E ver Jaafar vestido como meu pai, com o figurino completo, foi assustador no começo. Foi um choque. Você precisa de um tempo para processar aquilo. A forma como eu costumo descrever é que, em vários momentos durante as filmagens, parecia que alguém tinha rasgado o tecido do tempo e aberto uma janela para o passado. Eu estava vendo diante de mim um pedaço de uma história que sei que existiu, mas que eu não pude presenciar, porque nasci em 1997. Foi uma bênção e um privilégio. Uma das coisas que mais me marcou... eu simplesmente adorei os shows. Eu nunca tive a oportunidade de ver meu pai em turnê. Então, poder ver Jaafar... Nós reconstruímos os palcos em escala real e passamos duas semanas inteiras filmando apresentações. A plateia estava lá enlouquecendo. Jaafar precisava fazer a mesma música de novo, de novo e de novo, e nunca perdia o ritmo. Estava sempre impecável. E depois de tudo aquilo, depois de trabalhar sem parar, suar, ensaiar e dançar, eu ia até o trailer dele e a gente simplesmente ficava lá conversando. Ele continuava sendo meu primo. A gente continuava contando piadas e passando tempo juntos normalmente. E isso é algo que eu realmente respeito e admiro nele. É uma vida maluca, um mundo maluco, e é muito importante continuar sendo fiel a quem você realmente é. E ele conseguiu fazer exatamente isso.
Entrevistadora: Você fala dessa conexão com o seu pai, mas a arte e o talento estão profundamente presentes em toda a família Jackson.
Prince: Sim.
Entrevistadora: E agora eu preciso perguntar: depois de fazer este filme e trabalhar como produtor executivo, será que teremos uma continuação?
Prince: Acho que, pela forma como o filme termina, fica claro que a história dele continua. Ainda existe muita coisa da vida e da trajetória dele que merece ser contada. Acho que o filme foi incrível na maneira como apresentou a história dele ao público. Então, se decidirmos — ou quando decidirmos — fazer um segundo filme, ele precisa ser produzido com o mesmo nível de cuidado e respeito. E tenho confiança de que será. Estou ansioso por isso.
Entrevistadora: Sei que alguém já perguntou isso para você antes, mas não seria surreal ver uma versão de você mesmo no filme?
Prince: Bom... coisas mais malucas já aconteceram, né? [risos] Eu não gosto de me considerar uma pessoa egocêntrica, mas acho que uma parte de mim ficaria incomodada pensando: “Tá, mas quem vocês vão escolher para me interpretar?”, sabe? E essa é outra coisa que passei a entender melhor em relação à minha família. Deve ser muito estranho ter um filme feito sobre você. Você está ali, conhecendo alguém que se parece com você, principalmente depois de toda a maquiagem e caracterização, e pensa: “Caramba...”. Deve ser uma experiência muito estranha. Então, de certa forma, espero não precisar passar por isso. [risos] Mas quem sabe? Tudo pode acontecer.
Entrevistadora: Tudo pode acontecer. Eu li recentemente alguma coisa sobre a possibilidade de Janet também ganhar uma cinebiografia. Você ouviu alguma coisa? Participaria se tivesse a oportunidade?
Prince: Família vem em primeiro lugar para mim, sempre. Então, qualquer maneira que eu tiver de apoiar minha família nos projetos deles, vou fazer isso com muito orgulho e felicidade. Se surgir a oportunidade... ela teve uma carreira extraordinária e brilhante. Tenho total confiança de que, independentemente do que ela decidir fazer, será incrível.
Entrevistadora: Com certeza. Agora quero falar sobre outra coisa, porque eu quero destacar o quanto você é talentoso.
Prince: [risos]
Entrevistadora: Estou falando sério. Conseguir organizar algo assim é incrível. Para muita gente, seria o trabalho de uma vida inteira, e você conseguiu fazer isso sendo tão jovem.
Prince: Obrigado. Obrigado.
Entrevistadora: É realmente incrível. Seu pai deu tanto ao mundo, não apenas o talento dele, mas também muito amor. E dá para perceber que você herdou muito disso. Por que é tão importante para você retribuir e ajudar a comunidade?
Prince: Acho que, no fim das contas, todos nós somos seres humanos. Eu tive muita sorte. Fui abençoado por circunstâncias que estavam completamente fora do meu controle. Meu pai tinha consciência disso e fez questão de ensinar isso a todos nós. Ele dizia que éramos abençoados. Era como: “Seu pai tem esse talento que o mundo inteiro ama, mas, sem todo o amor que essas pessoas dão a ele, nada disso seria a mesma coisa”. Então, o que você faz quando recebe um presente ou uma bênção dessas? Para ele, e pelo que ele nos ensinou, a resposta era que você precisa retribuir. É importante devolver alguma coisa ao mundo. Mesmo quando éramos crianças, nós o acompanhávamos em visitas a orfanatos e hospitais. E ver a forma como ele tratava aquelas pessoas foi algo inspirador e fundamental para formar quem eu sou hoje. Acho que qualquer pessoa que trabalhe por uma causa beneficente ou simplesmente participe ativamente da própria comunidade percebe o quanto isso é gratificante. E acho que poderíamos ter muito mais disso no mundo. Se todos trabalhássemos juntos e ajudássemos um pouco mais uns aos outros, tudo seria mais fácil. O amor é muito importante. É algo fundamental na maneira como fui criado. E, infelizmente, nem todo mundo tem a oportunidade de receber esse tipo de amor. Então, espero poder ajudar a preencher um pouco essa lacuna.
Entrevistadora: E você definitivamente está fazendo isso. Dá para ver o quanto você se dedica a essa missão. Qual é o seu grande objetivo com a Heal Los Angeles? O que você gostaria de ver acontecer no futuro?
Prince: Meu sonho seria ver alguém — talvez o presidente dos Estados Unidos, talvez um grande líder da economia, talvez alguém extremamente influente — dizer: “Estou aqui hoje por causa da inspiração que recebi de Michael Jackson e dos programas oferecidos pela Heal Los Angeles”. Se eu conseguir ajudar uma única criança a chegar a esse ponto, missão cumprida.
Entrevistadora: E a sua irmã lançou músicas novas. Ela também tem se mostrado muito aberta e vulnerável ultimamente, e acho isso muito inspirador. O quanto você se orgulha dela?
Prince: Tenho muito orgulho da minha irmã. Acho que ela coloca o coração em tudo o que faz. Ela é sempre muito autêntica, e acredito que isso seja algo muito importante para ela. Toda a divulgação do álbum, a qualidade da produção das músicas... tem sido incrível acompanhar o crescimento dela como artista. Porque, para mim, ela continua sendo a minha irmãzinha. E eu sempre enxerguei nela essa veia artística, essa necessidade de expressar a própria arte. Tenho muito orgulho de vê-la seguindo esse caminho e compartilhando isso com o mundo, porque ela é uma mulher linda, por dentro e por fora, e acho que as pessoas merecem conhecer esse lado dela.
Entrevistadora: Com certeza. Tá, última pergunta. É bem difícil. Uma pergunta realmente complicada, então vou tentar. [risos] Você é um grande fã de cinema, certo?
Prince: Sim. Muito.
Entrevistadora: Então eu queria saber: qual é aquele filme que vocês sempre escolhem quando querem assistir a alguma coisa para relaxar? Aquele filme de conforto.
Prince: Ah... não posso responder por ele porque, se eu falar alguma coisa e ele assistir a isso depois, vai dizer: “Não era esse!”. [risos] Também não posso falar pela minha irmã, mas nós dois temos uma conexão especial com isso. Para mim, tem que ser O Senhor dos Anéis. Peter Jackson. Aquela trilogia, nas versões estendidas. Ainda não assisti neste ano, mas espero conseguir me reunir com ela para vermos juntos. Eu amo esses filmes. Assistia muito quando era criança, junto com meu pai, e nós estudávamos os filmes como obras de arte. A música, a trilha sonora, a história... Eu adoro dragões, adoro esse tipo de coisa. Então, definitivamente é o meu prazer culposo.
Entrevistadora: E quando você come pipoca, vai só de sal ou tem algum acompanhamento secreto?
Prince: Eu adoro pipoca com molho de pimenta. É um péssimo hábito que aprendi com meu pai. [risos] Acabou com o meu estômago, então hoje não consigo comer tanto quanto antes. Mas também adoro misturar pipoca com M&M's de amendoim.
Entrevistadora: Meu Deus.
Prince: É uma combinação muito boa. [risos]
Entrevistadora: Muito obrigada pelo seu tempo.
Prince: Obrigado.
Entrevistadora: Foi uma entrevista maravilhosa.

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